Missão
Facilitar processos através dos quais cada pessoa reconhece, desenvolve e mobiliza as suas aptidões, saberes e potencial, promovendo a sua autonomia e o bem-estar sustentável das famílias e das comunidades.
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Para a NGUNI, o desenvolvimento humano constrói-se a partir das capacidades, saberes e sistemas locais, quando as pessoas e comunidades são protagonistas dos seus próprios processos de autonomia, dignidade e bem-estar sustentável.
Visão
Comunidades Moçambicanas a viverem em paz e justiça, usufruindo de equidade económica, cívica e social, construídas por cidadãos activos que reconhecem, desenvolvem e mobilizam os seus saberes, aptidões e potencial ao serviço do bem comum.
A NGUNI ambiciona um futuro em que cada pessoa é um agente consciente e activo de mudança, contribuindo para comunidades mais justas, mais unidas e mais resilientes, e moldando o seu próprio destino ao reconhecer, desenvolver e mobilizar plenamente o seu potencial.
Valores
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Criatividade e inovação
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Responsabilidade e integridade
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Equidade e justiça social
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Moçambicanidade
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Objectividade e eficácia
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Sustentabilidade e sinergia
Motto : CREMOS
“CREMOS em nós próprios e nas comunidades que servimos - onde a confiança se transforma em mudança.
A Logomarca
O Escudo: parte da identidade dos Nguni e símbolo de protecção, encontra-se deitado — não em guerra, mas em vigília activa, pronto para agir sempre que a justiça, a dignidade e o bem comum o exijam.
O texto: “ O futuro é hoje ”, escrito por uma criança, destaca a centralidade das crianças e dos jovens na construção do nosso presente.
Ouro: símbolo do valor e da força das nossas convicções.
Preto e Branco: representam o pluralismo, a consciência e a valorização da rica diversidade cultural de Moçambique.

O Nome: inspirado no povo Nguni e no seu gado, evoca um profundo senso de orgulho africano, determinação, resiliência e adaptabilidade no seio da organização.
A Nossa Abordagem
Na NGUNI, acreditamos que a mudança duradoura começa nos próprios sistemas de crenças das pessoas, nos seus valores e nos saberes locais — os alicerces que moldam a forma como vivem, decidem e se relacionam com os outros.
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O nosso papel não é substituir nem desmantelar sistemas de crenças existentes, mas interagir com eles de forma construtiva, facilitando para que indivíduos e comunidades reinterpretem, reforcem e transformem, a partir de dentro, os seus comportamentos, práticas e capacidades.
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Sob esta perspectiva, o empoderamento é um processo de restauração da dignidade, fortalecimento das relações e cultivo da capacidade colectiva de prosperar.


Importância
Em muitas comunidades moçambicanas, desigualdades estruturais e de género profundamente enraizadas moldam a vida quotidiana, restringindo o acesso a serviços sociais e a oportunidades económicas, e perpetuando ciclos de vulnerabilidade que comprometem o bem-estar das mulheres, das raparigas e das famílias.
A Equipa
A NGUNI nasceu da experiência e da visão de uma equipa moçambicana que desempenhou um papel de liderança na concepção e implementação do Projecto Kuhluvuka, da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), financiado pela USAID/Moçambique (2000–2010). Esta experiência formativa gerou uma aprendizagem institucional profunda e uma convicção orientadora que continua a moldar a abordagem e o trabalho da NGUNI até hoje.
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A NGUNI é uma organização liderada por mulheres, que coloca intencionalmente a liderança feminina, a experiência vivida e a agência das mulheres no centro da concepção e implementação dos seus programas. Ao mesmo tempo, trabalha de forma inclusiva com homens, famílias e sistemas comunitários, reconhecendo o seu papel essencial na promoção da mudança das normas sociais e da responsabilidade partilhada.
A NGUNI é liderada por Eduarda Pereira Cipriano, contando com Justina Santana Martins como Directora de Finanças e Operações. Com equipas permanentes sediadas na Matola e em Maciene, a organização trabalha para promover uma mudança equitativa em termos de género, sustentável e enraizada nos contextos locais.




